RETRATO: Há um pequeno tropeço com o aposto na frase “No intervalo, o regente cujos olhos são de um azul quase transparente, inicia a conversa falando sobre as peculiaridades de uma orquestra-escola”.
No segundo parágrafo há uma confusão frasal em “Enio Guerra não se encaixa no protótipo descrito, pois, por trás de seu sorriso e de suas feições de ‘gringo’, o regente transmite carisma no seu modo de falar, como se além de reger uma orquestra, fosse um exímio contador de histórias”. O fato de o regente sorrir bastante e ter cara de gringo concorda com o seu carisma, porém, da forma como está o texto, parece ocorrer o contrário.
A opinião do maestro sobre Villa Lobos e Bach não é complementada no quarto parágrafo. O leitor fica sabendo que o sujeito do perfil considera de igual importância ambos compositores, mas não se descobre o porquê do maestro ter essa opinião.
A forma como Enio entrou na orquestra, vindo posteriormente a reger a própria, podia estar no início do texto. Acima dos outros temas na hierarquia do texto.
COMUNIDADE: Um aposto desnecessário na primeira frase corta o ritmo da leitura já no início. Já no fim do segundo parágrafo do texto, uma dúvida fica no ar: quem é o “um professor” que supervisiona o trabalho dos alunos? É qualquer docente do curso de fisioterapia? É um professor específico? Qual?
O texto poderia se dividir em subtítulos.
UNIDIVERSIDADE: Há uma introdução enorme para depois o texto começar a se dividir em itens menores. Primeiro parágrafo parece não completar uma idéia. As maiorias dos alunos que participaram do processo em 2005 estão fora da instituição, mas e daí? Já o segundo parágrafo parece alheio ao que foi tratado no primeiro.
A afirmação de que a participação dos alunos depende de uma maior divulgação não é totalmente embasada.
COMCIÊNCIA: Título e subtítulo extremamente técnicos, pouco atraentes. Podem assustar o leitor. No decorrer do texto o tema fica claro e bem explicado. O texto poderia ser dividido em tópicos. Imagens de animais poderiam vir a complementar a reportagem.
É FATO: No início do 3º parágrafo, a passagem “além das visitações aos diversos centros da UFSM” ficou bem estranha. Poderia ser substituída por um simples “além de visitar”. Imagens da campanha dos candidatos no campus viriam a complementar a reportagem.
AGENDA: Os textos sobre os eventos ficaram muito grandes. A disposição dos eventos no site ficou confusa, é difícil perceber quando acaba um e começa outro. O “Eu Recomendo” não tem um título que apresente a sugestão, apenas uma imagem solta, o nome da peça só aparece no primeiro parágrafo
EM QUESTÃO: No último parágrafo do tópico “O caso do HUSM”, a passagem “Segundo a administração do HUSM e a Pró-Reitoria de Planejamento, o problema dos hospitais universitários não é a administração, mas a falta de orçamento” é um tanto quanto inocente. É óbvio que a administração do HUSM não acha que a administração é o problema.
QUER SABER: A pergunta do acadêmico deveria estar entre aspas. Da forma como foi posta, a pergunta parece ser o título da reportagem e o nome do estudante parece definir o repórter. Além disso, a falta das aspas ainda dá a idéia de que a prefeitura foi realmente extinta.
ENTREVISTA: Perguntas muito compridas, podiam ser diminuídas na edição (quando possível fazê-lo sem mudança de sentido). As perguntas chegam a ultrapassar quatro linhas.
EDITORIAL: A definição de “malandro” deveria vir em itálico para deixar claro que se trata de uma citação ao dicionário. Da forma que esta, a passagem pode confundir o leitor, tirando-lhe a atenção. A primeira frase não concorda com o resto do parágrafo. Após afirmar que mais um escândalo se perpetua no país, o texto mostra o que está sendo para acabar com esse escândalo. Excesso de apostos no último parágrafo.
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